Count Basie - On The Beatles (2011) - 320kbps

1 - Norwegian Wood - 2:55
2 - The Fool On The Hill - 3:18
3 - Something - 3:25
4 - With A Little From My Friends - 3:23
5 - Here, There And Everywhere - 2:33
6 - Get Back - 3:21
7 - Hey Jude - 4:20
8 - Eleanor Rigby - 2:55
9 - Penny Lane - 3:17
10 - Come Together - 2:42
11 - Yesterday - 3:20
12 - The Kid From Red Bank - 2:41
13 - Duet - 4:11
14 - After Supper - 3:26
15 - Flight Of The Foo Birds - 3:23
16 - Double-O - 2:46
17 - Teddy The Toad - 3:19
18 - Whirly-Bird - 3:51
19 - Midnight Blue - 4:28
20 - Splankly - 3:36
21 - Fantail - 2:56
22 - Lil' Darlin' - 4:48
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É estranho, para mim, falar sobre os Beatles. Nunca fui muito afeito à banda, e olhem que eu já parei algumas boas vezes para ouvir com calma. Mas apesar de não gostar da banda (com exceção de algumas músicas), eu nunca deixei de reconhecer a importância dos caras para a música. A lista de músicos que eles influenciaram é realmente muito grande, e por isso não vale a pena ficar explorando isso. Mas é importante citar uma pessoa, já que consiste no próprio âmago do post de hoje: inesperadamente, eles chegaram até William James Basie, cujo nome artístico expressa a nobreza de sua música, Count Basie.
O conde também foi um desses eventos inexplicáveis que ocorrem de vez em quando. Uns avançam até a notoriedade, com foi o caso de Basie, outros permanecem nas sombras durante muitos anos e alguns nunca saem das trevas do desconhecido. Count Basie, assim com os Beatles, também revolucionou a música. Junto com outros músicos, como Duke Ellington, Benny Goodman e Dizzy Gillespie, entre outros, foi responsável pelo triunfo da música popular já no início do século XX.
E o que acontece quando um gênio do jazz resolve interpretar canções de gênios do pop rock? Ora, sucessos absolutos! Uma coisa que frequentemente digo é que gosto muito das versões que vários artistas fizeram e fazem dos Beatles, especialmente quando há um quê qualquer de black music envolvido. Nessas 22 peças de arte instrumentais, Basie explora a obra dos Beatles de forma majestosa, como o conde não poderia deixar de fazer. Vale a pena dar uma conferida, mesmo se você não gostar do quarteto de Liverpool!
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