
Quando se fala de rock progressivo sempre nos lembramos de Yes, Emerson Lake & Palmer, King Crimson, Genesis, entre outras. Todas elas, além de serem formadas por excelentes músicos, fizeram história e ajudaram a consolidar ainda mais o rock progressivo. Mas, é preciso dizer, elas não surgiram assim, do nada. É claro que todo músico tem suas raízes e se deixa influenciar pelas bandas e gêneros que mais lhe agradam e, no que diz respeito ao progressivo, podemos citar seguramente o Soft Machine, banda inglesa dos anos 60. Embora não tenham atingido o sucesso comercial, a banda (que tirou seu nome de um livro de William Burroughs) gravou uma sequência de álbuns (onze no total) que mesclavam a psicodelia, o progressivo e o jazz fusion.
O seu álbum de estréia, o auto-intitulado Soft Machine, de 1968, traz o essencial da banda. Muita psicodelia, viagens alucinantes, prog e virtuosismo condensados em treze faixas deveras curtas, se considerarmos o tamanho das músicas que levam o rótulo de “progressivo”. Na minha humilde opinião, é de uma doideira genial. Recomendo!
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