terça-feira, 3 de maio de 2011

James Brown - Sex Machine (1970)

James Brown - Sex Machine (1970) - 192kbps



1 - Get Up (I Fell Like Being A Sex Machine) - 10:47
2 - Brother Rapp (Part I & II) - 5:08
3 - Bewildered - 6:08
4 - I Got The Feelin' - 1:06
5 - Give It Up Or Turnit A Loose - 6:25
6 - I Don't Want Nobody To Give Me Nothing (Open Up The Door I'll Get It Myself) - 4:31
7 - Licking Stick - Licking Stick - 1:19
8 - Lowdown Popcorn - 3:25
9 - Spinning Wheel - 4:02
10 - If I Ruled The World - 4:03
11 - There Was A Time - 4:03
12 - It's A Man's Man's Man's World - 3:41
13 - Please, Please, Please - 2:26
14 - I Can't Stand Myself (When You Touch Me) - 1:28
15 - Mother Popcorn - 5:50


Baixar aqui!

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Hoje, dia 3 de maio, é um dia muito especial. Foi nele que nasceu uma pessoa muito, muito especial, lá nos idos de 1933. Na Carolina do Sul, numa cidade chamada Barnwell, nascia James Joseph Brown Jr. O "Senhor Dinamite". É em homenagem ao nascimento do padrinho do soul, do mestre do funk, de um dos precursores do rock n roll, que faço esse post de hoje.


Não há muito o que falar sobre o cara. Afinal, ele foi O cara. Infelizmente, o sr. Brown nos deixou no natal de 2006. Apesar de sua morte, seu legado explosivo continua por aí, agraciando nossos ouvidos. Um estilo único, enérgico e cheio de sentimento, caracteristicamente marcado por ritmos mais acelerados e um agudo muito especial. O estilo do Padrinho destoava, por exemplo, da produção mais pop da Motown. E é por isso que ele é considerado por muitos especialistas como inventor do funk.

Eu sou particularmente suspeito para falar sobre alguns músicos. O James Brown é um deles. Fiquei conhecendo o trabalho dele no final de 2005 e tive o grande desgosto de nunca poder ver um único show dele ao vivo. É algo que vai me perseguir para sempre, porque entrar em contato com a música do Mr. Dynamite foi uma das coisas que mudou minha vida para melhor. Não tenho palavras para descrever o que sinto quando ouço suas músicas, nem a vontade louca que me dá de dançar. Esse post é, acima de tudo, uma pequena demonstração de todo o respeito que eu nutro pela figura dele, apesar de todos os problemas particulares que James Brown teve em vida.


Não sou um cara religioso, mas se existir um Deus, se existir o Paraíso, o James deve estar lá, mesmo que ele tenha feito muita besteira na vida. Tudo o que posso dizer é que se há vida após a morte, espero que a vida dele esteja sendo tranquila. Sinto sua falta, sr. Brown, mesmo sem nunca lhe ter conhecido. Penso que todos nós sentimos.


Agora, seguindo com o post: Este álbum de hoje consiste em um lp duplo, cuja primeira parte foi gravada em estúdio e tendo sido adicionada a ela a participação da platéia. Apesar disso, o disco é simplesmente sensacional, como a maioria das apresentações de James Brown.


Explosividade, energia, sentimento. Tudo isso misturado com muito talento do maestro do soul e de sua aclamada banda, os excelentes JB's. A banda sofreu várias alterações ao longo dos anos, mas sempre manteve um altíssimo nível de qualidade.

Vale a pena conferir por inteiro!

P.S.: Ah! Já ia esquecendo de comentar. Hoje em dia dois membros dos J.B.'s tocam com a Joss Stone. O Hollie Farris (trompete) e o Jeff Watkins (sax). Nenhum deles estava com a banda nessa época, mas estou mencionando isso aqui como curiosidade porque o Genésio aqui do blog conheceu os caras depois de um show da Joss no Rio.



(O vídeo não é desse show, mas é a melhor interpretação dessa música, na minha opinião. Espero que gostem)

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