The Blind Boys Of Alabama - Take The High Road (2011) - VBR

1 - Take The High Road (feat. The Oak Ridge Boys) - 3:48
2 - Jesus, Hold My Hand - 4:30
3 - Have Thine Own Way, Lord (feat. Jamey Johnson) - 3:57
4 - I was A Burden (feat. Lee Ann Womack) - 4:47
5 - Can You Give Me A Drink? (feat. Vince Gill) - 4:26
6 - Family Bible (feat. Willie Nelson) - 3:46
7 - Jesus Built A Bridge To Heaven - 3:53
8 - I Know A Place - 4:47
9 - Why Don't You Live So God Can Use You - 3:50
10 - Lead Me Home - 4:56
11 - Stand By Me - 3:32
12 - I Saw The Light (feat. Hank Williams Jr.) - 3:18
13 - The Last Mile Of The Way - 4:26
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Os Blind Boys of Alabama já não são mais uma banda, nem um conjunto de homens. Os caras devem ser considerados como uma instituição viva da música negra norte-americana. Ou melhor: eles são o sopro vital da espiritualidade do gospel tradicional. Mostrando sua força frente às interpéries do tempo, esses senhores continuam na luta, mantendo sua classe e afinação.
Desde seu trabalho com Ben Harper, os Blind Boys vêm mostrando uma renovada inspiração. Seus trabalhos recentes, Praying Times (2005), Down In New Orleans (2008) e Duets (2009) estão aí pra quem quiser ouvir e comprovar o que estou dizendo.
E agora Take The High Road chega com força e alma, mantendo viva a chama gospel nos Estados Unidos. Dois anos após o merecido Grammy por realizações ao longa da carreira (impressionantes 72 anos de atividade, com diferentes membros), seu álbum novo cimenta de vez essa linda história que alguns rapazes cegos de Talladega, Alabama, começaram lá em 1939, além de uma tradição da banda: as participações especiais.
Este cd conta com alguns músicos de extrema expressividade e talento, como Vince Gill, Willie Nelson e Hank Williams Jr. A seleção de músicas é, como sempre, classuda e sensacional. As interpretações aqui presentes são de tirar o fôlego. Mesmo se você não crê em Deus (como é o meu caso) ou se não curte gospel, esse disco se torna uma audição recomendada caso você curta bons vocais e um som que vem, realmente, da alma. Como eu lembro de ter dito certa vez: A música (especialmente a música negra norte-americana) é minha alma e toda a espiritualidade de que preciso.
Um fraterno abraço, caros leitores e leitoras! Aproveitem a música sem preconceitos!
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