Antes que eu comece, preciso deixar claras algumas coisas. Eu não sou, nem pretendo ser aqui, um jornalista musical. As linhas a seguir não serão imparciais. Elas conformam a minha opinião, os meus gostos por música. Se não concordarem com algo, tudo bem, os comentários estão à disposição.
Sabem, não faço idéia de por onde começar! hahahah Passei tanto tempo tentando imaginar o que escrever aqui, elaborei tantos parágrafos dentro da minha cabeça... e agora, tudo deu um jeito de sumir. Então suspeito que seja melhor começar de algo mais palpável.
Há uns dias estive conversando com minha namorada, mostrando a ela alguns sons novos e tal. Ela me falou que estava cansada de ver tantas bandas reproduzindo (imperfeitamente) coisas que já tinham sido feitas; disse também que a criatividade havia morrido. Eu, solenemente, discordei. Eu já estava de saco cheio da sonoridade “moderna” de muitas coisas que estavam saindo por aí. E acho que é daí que podemos partir.
As coisas têm corrido de forma bastante surpreendente, na verdade. Surgiram bandas novas muito promissoras, que buscaram nos anos 60 e 70 a inspiração para o seu som. É o caso de London Souls, alvo da nossa última dica, e Vintage Trouble. Temos também clássicos consagrados, como o caso de Gregg Allmann e Nazareth. Infelizmente, há coisas que me decepcionaram bastante, como os Red Hot Chili Peppers.
Para não cometer injustiças e para conseguir falar de tudo o que vem acontecendo e me interessando, vou dividir esse papo numa série de posts, esmiuçando os álbuns que mais me empolgaram; os que verdadeiramente me cativaram; os que conquistaram minha indiferença ou meu desafeto.
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Pra começar, escolhi uma parada que eu conheci há pouco menos de uma semana: Vintage Trouble.

Esta banda californiana foi formada em 2010, idealizada pelo amor de Ty Taylor (vocalista) e Nalle Colt (guitarrista) pelo blues, o soul e o R&B tradicional. Em muito pouco tempo, eles já estavam ganhando proeminência como um grupo com performances energéticas e que lembravam muito aqueles sons que os havia inspirado a montar a banda. Ainda em 2010, numa sessão de três dias em estúdio, saiu o petardo em forma de disco: The Bomb Shelter Sessions.



Passar um bom tempo ouvindo ao disco desses caras tem sido uma constante nas minhas atividades dos últimos dias. Sons como a quente música “Nancy Lee” nos fazem imaginar uma mulher sensual dançando bem pertinho. Outros como Blues Hand Me Down e Total Strangers, são verdadeiros orgasmos auditivos! Há ainda uma bela balada, muito comovente, bem na finaleira do disco, pra fechar com chave de ouro: e esta é Run Outta You.

Adorei!! E fico muito surpresa também, porque não imaginava que a última década tivesse produzido uma banda tão interessante como o Vintage Trouble. Vou baixar esse álbum! :))
ResponderExcluirparabens pela descoberta conheci esta banda a pouco tempo tambem.sou amante do Blues,e a muito tempo nao via uma banda de power blues tão boa assim!
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